Existe uma história sua que o mundo ainda não ouviu. Isso tem um custo.
Sou Fernando Palacios. Showrunner de histórias marcantes. Trouxe para o mundo empresarial o que Hollywood faz no entretenimento: há 20 anos descubro histórias que deveriam estar em todos os lugares e ainda não estão. Marcas corporativas ou pessoais, líderes e experts que têm o que dizer, mas que a plateia ainda não parou para se atentar.
Isso tem conserto.
2× Melhor Storyteller do Mundo · Storytellers, 2006 · 30 mil profissionais · 10 países
Marcas que confiam no método


O conflito
Tem um tipo de profissional que eu conheço bem.
Sabe mais do que a maioria. Tem cases reais. Tem método. Tem resultado.
E ainda assim, quando sobe no palco, abre o Instagram ou entra numa sala de diretoria, sente que a história que contou não foi a história que tinha para contar.
Não é falta de conteúdo. É falta de roteiro.
Existe uma diferença brutal entre ter uma história e saber governar a atenção de quem precisa ouvi-la. Entre ser relevante e ser reconhecido como relevante. Entre o expert que a plateia respeita e o expert que a plateia não consegue esquecer.
Essa diferença tem nome.
Chama Entretenimento Estratégico.
O método que o mercado ainda não soube separar
Todo mundo fala em storytelling. Quase ninguém percebeu que a palavra tem duas metades.
Story
Inteligência Narrativa
O que você conta: a narrativa, a arquitetura, a ordem em que as coisas revelam e o efeito que produzem em quem ouve. Decidir o que entra, o que fica de fora, onde começa o conflito e quando a resolução chega. É a diferença entre ter uma história e ter uma história que funciona.
Telling
Entretenimento Estratégico
Como você conta: o formato, o palco, o ritmo, a experiência que a plateia vive. Transformar conteúdo em espetáculo sem perder o resultado de vista. Competir pela atenção da mesma plateia que ontem assistiu Netflix — e vencer.
A maioria dos comunicadores tem um dos dois.
O Showrunner opera os dois ao mesmo tempo.
Em 20 anos, o processo se organiza em quatro atos:
Descoberta
Mapeamento das narrativas que já existem na sua história, marca ou metodologia — e que ainda não estão trabalhando para você.
Criação
Construção do roteiro, do universo narrativo e dos formatos: do palco corporativo ao conteúdo digital.
Performance
A entrega. Palestra, apresentação executiva, campanha, treinamento. O momento em que a história encontra a plateia.
Resultados
Os KPIs que você já conhece — e o que os KPIs não conseguem medir: a sala que não esquece, o cliente que volta, o expert que para de ser pulado.
Prova
Resultados que continuam aparecendo nos relatórios de quem contratou.
Yamaha — 8 anos de cultura narrativa
Em 2008, a Yamaha trouxe o método para dentro da empresa. Não como treinamento pontual. Como cultura.
Oito anos. Vinte e quatro treinamentos. Times de vendas, liderança e comunicação que passaram pelo mesmo processo de transformar informação em narrativa que governa atenção.
O resultado foi além do Brasil: o método foi levado ao Japão e incorporado à cultura global da marca.
Quando uma empresa repete um processo durante oito anos consecutivos, não está comprando treinamento. Está construindo linguagem.
IT Mídia — quando um evento vira experiência
O maior evento de tecnologia da América Latina tinha um conflito clássico: conteúdo denso, plateia de CEOs e CIOs com atenção disputada por tudo, e o formato padrão de palestras e painéis que a plateia já sabia de cor.
A solução não foi melhorar as palestras. Foi reconstruir o evento como narrativa: arco dramático, personagens, progressão que fazia cada sessão prometer a próxima.
O resultado: mais de 50% de aumento no faturamento.
Não porque o conteúdo ficou mais técnico. Porque a experiência ficou impossível de abandonar.
Clínica regional — de 16 mil para 236 mil
Uma clínica de saúde fora dos grandes centros. Presença digital tímida, 16 mil seguidores, receita de R$200 mil por mês. Já tinha tentado agências, equipes internas, mentorias. Nada havia funcionado.
A intervenção não começou pelos posts. Começou pela história: quem é essa marca, o que ela representa, por que alguém deveria parar para ouvi-la no meio de um feed infinito.
Em dois anos: 236 mil seguidores, receita triplicada para R$600 mil por mês, tickets de venda acima de R$30 mil por transação.
A história não mudou. O roteiro, sim.
Uma Década em Uma Hora
O keynote que comprime 20 anos de método em uma única sessão de alto impacto.

ONM 2025 — 3.000+ pessoas

World's Best Storyteller

Evento Internacional

Speaker Internacional
Existe um tipo de palestra que a plateia esquece antes de chegar no estacionamento.
E existe o outro tipo. O tipo em que alguém senta na plateia com um jeito de pensar e sai com outro. Em que o que foi dito em sessenta minutos ainda aparece em decisões tomadas meses depois.
A diferença não está no palestrante. Está no roteiro.
Uma Década em Uma Hora comprime metade do método desenvolvido em 20 anos de projetos com Itaú, Nike, Yamaha e Pfizer em uma única sessão de alto impacto. A plateia não ouve sobre Inteligência Narrativa ou Entretenimento Estratégico — ela vive os dois durante a palestra.
Formato
- Tipo: Keynote presencial
- Duração: 60 minutos
- Para quem: Eventos corporativos, convenções de vendas, congressos de liderança, encontros de experts e criadores de conteúdo
O conhecimento que ficou registrado
Algumas ideias ficam numa palestra e somem. Outras ficam em livros, cursos e artigos que continuam trabalhando depois que a plateia vai embora.
O livro
O Guia Completo do Storytelling
A referência mais completa sobre o tema em língua portuguesa. Bestseller desde o lançamento, adotado em MBAs e programas de liderança. O livro que colocou método onde havia intuição.
Os cursos
100+ títulos em 20 anos
Do storytelling para vendas ao roteiro de apresentações executivas, do conteúdo digital à comunicação de liderança.
Talk de Midas
O método completo para transformar experts em palestrantes que não precisam pedir atenção. Disponível em formato incompany para times e lideranças.
O blog
700 artigos · 1,7 milhão de leituras
O maior acervo de storytelling corporativo em português. Não é conteúdo de rede social reformatado. É método aplicado, caso a caso, ao longo de duas décadas.
Acessar o blog →Duas décadas de rastro
Onde apareci e o que construí.
Onde apareci
O que construí
citações acadêmicas em dissertações e teses de USP, UNESP, UFRJ, UERJ, Cásper Líbero e Universidade de Lisboa
leituras no blog da Storytellers — o maior acervo de storytelling corporativo em português
visualizações de conteúdo nas redes sociais
seguidores nas redes
países — do Senado Federal ao IT Forum LATAM em Miami, de universidades brasileiras à PUC Peru e eventos em Portugal
Não foi uma escolha. Foi uma herança.
A história por trás do método.


Jornal do Commercio — storytelling e entretenimento estratégico
O sangue que veio antes
Meu avô, Alfredo Palacios, foi cineasta. Criou o Vigilante Rodoviário, um dos primeiros seriados da televisão brasileira. Antes disso, fazia radionovelas — histórias contadas em capítulos, semana após semana, para uma plateia que voltava porque precisava saber o que ia acontecer.
Eu cresci ouvindo essas histórias sobre histórias.
Antes dele, um bisavô cossaco que fugiu do gulag e atravessou meio mundo para recomeçar. Esse também é um tipo de narrativa: a de quem sobrevive porque sabe que a história não acabou ainda.
Não aprendi storytelling num curso. Aprendi na mesa da família.
O homem que fundou um mercado
Em 2006, abri a primeira empresa de storytelling do Brasil. O mercado não sabia o que era isso. Clientes pediam para explicar o nome antes de explicar o serviço. Não havia concorrentes porque não havia categoria.
Vinte anos depois, todo mundo faz storytelling. Ou acha que faz.
A diferença entre quem estava lá no começo e quem chegou depois não é o nome na bio. É o método construído caso a caso, projeto a projeto, antes de existir manual, benchmark ou curso para consultar.
Esses 20 anos estão documentados em mais de 100 frameworks, um livro bestseller, 30 mil profissionais treinados em 10 países e resultados que continuam aparecendo nos relatórios de quem contratou.
O showrunner que vive o que ensina
Em 2011, criei um projeto que hoje chamaria de transmídia, mas na época não havia esse nome no Brasil. O W'nderer Writer era um romance serializado em tempo real. Um personagem que viajava pelo Brasil, narrado nas redes sociais, capítulo a capítulo, com uma plateia que participava da história enquanto ela acontecia. No auge, mais de 100 mil seguidores acompanhavam o personagem como se fosse real.
O projeto me levou a Vitória, no Espírito Santo. Lá encontrei Flávia. Hoje temos dois filhos, Frederico e Jasmin.
A história que eu estava contando me trouxe para dentro da história que eu ia viver.
Isso é o que chamo de Entretenimento Estratégico aplicado à vida: quando o roteiro e a realidade deixam de ser coisas separadas.
Trajetória
O fogo antes do fósforo
Antes da Storytellers, antes de Fernando, já havia história.
O bisavô era um cossaco russo que escapou de um fuzilamento no gulag. O avô, Alfredo Palacios, virou cineasta: criou radionovelas nos anos 50 e depois filmou O Vigilante Rodoviário, uma das primeiras séries da TV brasileira... e perseguido pela ditadura militar.
Três gerações de gente que sobreviveu, criou e contou. Fernando não escolheu storytelling. Storytelling escolheu a família dele.
Em 2002, enquanto estudava na USP e já trabalhava com grandes marcas nas maiores agências, identificou algo que ninguém no Brasil estava olhando: storytelling aplicado a negócios. Nenhuma publicação em português, nenhuma empresa, nenhum curso. Uma tendência órfã esperando alguém com a teimosia certa.
Quatro anos de estudos e testes depois, fundou a Storytellers.
O Roubo do Fogo dos Deuses
Como o storytelling autoral foi parar no mundo corporativo
Quando tudo era mato e ninguém falava sobre isso
Fundação da Storytellers, primeira empresa de storytelling do Brasil. Não existiam publicações em português, quem dirá livros. Alguém tinha que começar.
Milhões de jogadores, finalista em Cannes
Primeiro projeto de storytelling da América Latina: um site transformado em jogo "choose your adventure" para a Mini Schin. 3 milhões de jogadores. Finalista no Cannes Lions. No mesmo ano, o primeiro trabalho acadêmico sobre storytelling corporativo na América Latina, defendido na USP. Nota máxima.
1.248 slides viraram um espetáculo teatral
Uma apresentação corporativa da J.Macedo que ninguém aguentaria assistir se tornou uma peça de teatro, com cada marca ganhando vida como personagem. Parceria com Lew'Lara. Case que colocou a Storytellers no mapa.
Cinema servido, não exibido
Surgimento das Sense Sessions: a evolução do cinema 2D para 5D. Tato, olfato e paladar. Madrugadas em que os filmes não eram assistidos, eram servidos aos participantes.
O maior projeto de turismo do mundo no Facebook
O experimento "A Próxima Maravilha": viajar e relatar pelo olhar de um personagem fictício. Passou de 100 mil seguidores. No mesmo ano, criou o primeiro curso de storytelling da ESPM, em parceria com o professor Felipe Bedran. O mercado começou a prestar atenção.
Do Senado Federal aos bastidores corporativos
Início do circuito de palestras, subindo ao palco de dezenas de eventos de comunicação e marketing. Começando pelo Senado Federal. No mesmo ano, os primeiros workshops incompany, com a P&G.
O Fogo Engarrafado dentro da Lâmpada Mágica
Como capturar numa garrafa algo que parecia impossível de sistematizar
A lâmpada mágica de Istambul
No Grand Bazaar, a aquisição de uma lâmpada que o mercador garantiu ser legítima. Virou a "magia" de todas as palestras dali em diante. No mesmo ano, o primeiro curso internacional: Taller de Storytelling na PUC de Lima, para convidados ultrasselecionados.
Fim do Slidecídio
O programa do curso virou roteiro teatral. Cada slide, um quadrinho de mangá. Os professores ensaiavam antes de dar aula. Sucesso de público. No mesmo ano, o surgimento dos frameworks didáticos, começando pela fogueira que simboliza Story + Telling.
A história completa do seu projeto em 8 slides
Nascimento do Framework 8 Passos do Palacios. A premissa: você não precisa de criatividade para seguir os 8 passos. Na primeira turma para CIOs das 500 maiores da Forbes, um executivo disse que o chefe mexicano não deixava entrar com slides na reunião. Só "una hoja". A resposta: "excelente, não precisamos de nada além disso."
O projeto mais ambicioso já registrado
8 meses desenvolvendo o ITForumLand: transformar um evento corporativo sóbrio numa experiência imersiva digna de um filme. 3 anos de duração. Aumentou os resultados do cliente em 50%. Maior case de transmídia storytelling corporativo já registrado. Diversos prêmios. Influenciou todo o setor de TI na América Latina. Só parou por conta da pandemia.
Bestseller
Lançamento do Guia Completo do Storytelling pela Alta Books. Chegou a ter 900 páginas. A editora pediu pra reduzir. Virou referência acadêmica e comercial.
O Fogo se espalha pelo mundo
De Pedro Álvares Cabral do Storytelling a World's Best Storyteller
Praticamente nu na Ilha de Comandatuba
Performance de encerramento da 17ª Convenção da Associação Brasileira de Franchising, celebrando 30 anos da ABF. Subiu ao palco descalço, de bermuda e regata. Conforme a história de Adalberto Brasileiro da Fortuna (iniciais: ABF) progredia, foi se vestindo: havaianas, camiseta, calça social. 24 minutos que encapsularam 30 anos de franchising numa jornada de um empreendedor que aprendeu que "fiar vem de confiar". Abriu pro show dos Titãs. No mesmo ano, World's Best Story Tellers Award, World HRD Congress, Mumbai.
Três viagens à Índia, uma tela de 6 metros no Rio
Bicampeão mundial em Mumbai. Segundo título consecutivo, o único brasileiro. Convidado de volta para treinar CEOs e CFOs do mercado financeiro indiano na 10ª Conferência da Mutual Fund Round Table, em Nova Délhi: Dashboard Storytelling para mil delegados, transformando planilhas em narrativas que abrem cofres. Três viagens à Índia em dois anos. De lá, direto pro Rio: palestra no Museu do Amanhã sobre construção de marca para escolas, projetada numa tela de quase 6 metros, para a Edify Education e Cultura Inglesa. No mesmo ano, World's Top 100 Coach/Mentor pelo treinamento de centenas de C-levels.
Dois meses numa ilha no Atlântico
Imersão no Madeira Startup Retreat, em Portugal, como empreendedor da startup instaviagem. Workshop #Unskippable sobre Instagram para empreendedores de turismo. O storyteller que ensinava CEOs a apresentar agora ensinava startups a existir nas redes. Ponte entre duas eras.
A Reconquista do Olimpo
Como o maior especialista em storytelling do Brasil teve que reaprender tudo do zero... e descobriu um império ainda maior
A agenda que esvaziou em uma semana
Em março, a agenda estava lotada até junho. Uma semana depois, zerou. Pela primeira vez em muitos anos, sem protagonistas, sem palco, sem plateia. Mas com tempo sobrando. Foi quando olhou pro digital pela primeira vez de verdade. No mesmo ano, o case Pfizer: o roteiro narrativo para anunciar a vacina contra Covid no Brasil. Mesmo no caos, a ciência precisou de história.
De 10k a 100k em um mês, com 20 minutos por dia
Surgimento das Narrativas Remixadas. Um método que nasceu da pressão de ser pai recém (nascimento de Frederico, em Vitória/ES) e precisar produzir com tempo zero.
Um post, mil leads, sete turmas
O método Narrativas Remixadas gerou demanda por mentoria. Um único post gerou mais de 1.000 leads. Foram 7 turmas do Quebrador de Vasos: dos 80 mentorados, mais da metade alcançou o Clube do Milhão (post com mais de 1 milhão de visualizações).
De 16k a 236k, faturamento triplicado
Uma profissional de saúde: de 16k para 236k seguidores, receita de 200k para 600k/mês em dois anos. Prova de que narrativa pessoal escala negócio.
O livro que levou uma década
Sprint de 4 meses. 550 páginas. O Livro dos Arquétipos, consolidando uma década de estudos. Palestra dos Arquétipos ao vivo para 3.200 pessoas. Lançamento oficial do Talk de Midas após duas décadas de aperfeiçoamento.
20 anos
A Storytellers completa duas décadas. De "o que é isso?" a referência nacional. 30 mil profissionais treinados em 10 países.
Qual é a sua próxima cena?
Você chegou até aqui porque tem uma história que merece mais do que está recebendo. Talvez seja uma palestra que precisa parar de ser pulada. Uma marca que precisa de um roteiro à altura do que entrega. Um método que existe na sua cabeça mas ainda não existe no mundo.
Existe uma porta para cada conflito.
Quero contratar uma palestra
Para eventos, convenções e encontros de liderança. O keynote que a plateia não esquece no coffee break.
Ver temas e formatosQuero o Showrunner para minha marca
Para projetos de consultoria, treinamento corporativo e construção de universos narrativos. Do roteiro à entrega.
Falar sobre o projetoQuero um diagnóstico dos meus ativos narrativos
Para experts, autoridades e criadores que querem saber o que já têm e o que ainda não estão usando. Gratuito. Com compromisso de ser honesto.
Solicitar diagnóstico dos ativos narrativosPerguntas Frequentes
Entenda melhor como o storytelling estratégico pode transformar sua marca
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